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29 de nov de 2016

Instituto Sumaré Educação Superior




Gestão Democrática



Amanda de Lima Guerra
Ariadne Camargo de Barros
Claudia Fernanda de Mello
Gabriela  de Freitas
Juliana de A. Maçaneiro

















São Paulo
2013

Gestão Democrática


Claudia Fernanda de Mello 

TURMA B1-NM


            Este artigo tem por objetivo analisar questões fundamentais e os novos desafios à gestão escolar, em face das novas demandas que a escola enfrenta, no contexto de uma sociedade que se democratiza e se transforma.
No contexto da educação brasileira, tem sido dedicada muita atenção à gestão na educação que, enquanto um conceito novo, superar o enfoque limitado de administração, se assenta sobre a mobilização dinâmica e coletiva do elemento humano, sua energia e competência, como condições básicas e fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino.

A Gestão escolar focaliza a essência do processo educativo, onde ela considera os sujeitos sociais envolvidos em sua prática, buscando democratizar o sistema da escola, que está envolvido em todos os segmentos escolares e em todas as dimensões políticas e pedagógicas da gestão escolar.

Ligada à prática educativa e com compromisso com a transformação social, a gestão escolar é denominada como gestão democrática de ensino, ou seja, é aquela que todos os segmentos que compõem o processo educativo participam da definição dos rumos que a escola deve imprimir na educação, juntamente com as implementações de decisões, num processo contínuo de avaliações de suas ações.

O que se exige na gestão escolar democrático é a participação de todos os segmentos da escola e da comunidade nas decisões que afetam o processo escolar, exigindo sua autonomia tanto no sentido institucional, como na dimensão pessoal dos diversos segmentos.

O gestor escolar, assume afunção  de professor em determinados momentos de sua vida, articula e coordena as ações da escola, remete à importância de que todas as lincenciaturas possuam, em seus currículos, componentes voltados para o entendimento da organização administrativa e pedagógica da educação.

É possível credenciar qualquer professor como interlocutor capaz de participar da gestão democrática que se desenvolve na escola, quer como docente, quer como gestor, para isso a estrutura curricular precisa garantir duas dimensões na formação do gestor escolar, tal como afirma Cury (2001):

“o administrador da educação escolar em especial, deve ser contemplado com processos de formação geral iguais a todos e qualquer educador. Ao Mesmo tempo, ele deve receber uma formação específica que credencie ás inúmeras tarefas e funções que lhe são exigidas”. (Crury, 2001, p.16).


Desse modo a estrutura curricular da formação do gestor escolar deve garantir o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que privilegiem componentes e atividades voltadas para: o conhecimento das teorias e práticas educativas, a formação técnica junto com o compromisso político, o desenvolvimento da postura crítica e a percepção da escola como instrumento de transformação social.

O gestor escolar deve atuar como líder, ouu seja, formar pessoas que o acompanhem em suas tarefas e prepará-las para serem abertas as transformações. Nesse sentido, necessita ter motivação, responsabilidade, dinamismo, criatividade e capacidade de atender as necessidades mais urgentes. Espera-se que os gestores se conscientizem de que seu papel na escola é assumir a direção como um membro ativo da comunidade escolar. Pois as escolas necessitam de líderes capazes de trabalhar e facilitar a resolução de problemas em grupo, capazes de trabalhar junto com professores e colegas, ajudando-os a identificar suas necessidades de capacitação e a adquirir as habilidades necessárias.

O gestor escolar tem que prever e antecipar as mudanças, aprender a pesquisar, avaliar e enfrentar novos desafios, ter consciência da existência de riscos para que assim possa evitar possíveis erros, por meio de planejamento bem elaborado e participativo.

O conceito de gestão participativa envolve, os professores, os funcionários, os pais, os alunos e qualquer representante da comunidade que esteja interessado na melhoria do processo pedagógico. E um ennvolvimento de pessoas interessadas nas questões da escola, no seu processo de tomadas de decisões, mas é preciso que elas sejam postas em prática para prover as melhores condições de viabilização   do processo e ensino/ aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA


GRACINDO, Regina Vilhaes. O gestor escolar e as demandas da gestão democrática: Exigencas, praticas, perlfil e formação. Revista retratos da escola, Brasília, v.3, n. 4, p. 135-147, jan/ junho de 2009.


TRES, Janily Alves Araújo. Desafios do gestor escolar para a mudanca organizacional da escola. Recife.



LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da escola: teoria e prática. Goiania: editora altenativa, 2001.

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