BEM VINDO




29 de nov de 2016

Fichamento

Instituto Sumaré de Educação Superior
Disciplina: PPII- Projeto Profissional Interdisciplinar.
Professora:
Aluno: Claudia Fernanda de Mello 


Assunto: Ambiente alfabetizador na creche

Referência Bibliográfica: ROSEMBERG, Fúlvia. Raça e Educação inicial. Fundação Carlos Chagas e Puc- SP. Rev. Card. Pesquisa, São Paulo, p. 24- 34. São Paulo, maio. 1991.
Texto da Ficha:  O texto “Raça e educação inicial” de Fúlvia Rosemberg, informa uma seleção e análise dos dados coletados pelas PNADs, de 82,85 e 87 sobre creche, pré escola e séries iniciais do 1° grau, mostrando que a educação para crianças negras tem qualidade inferior que de crianças de outras etnias. Autora enfatiza a importância de se trabalhar deste os primeiros anos da criança na escola, com o tema  preconceito, pois com isso irá melhorar a qualidade dos alunos negros que acabam sofrento preconceitos deste muito cedo, não permitindo que muitos se socializem, porém lutar contra o preconceito é uma decisão que precisa ser feita coletivamente, ou seja,  da esola, da casa, não é uma responsabilidade só de quem é discriminado.  Alfabetizar não se resume, apenas, ler e escrever, vai muito além, pois atraves dela irá permitir ao indivíduo reconhecer sua identidade, seu lugar social e sua própria história.

Para viver democraticamente em uma sociedade plural é preciso respeitar os diferentes grupos e culturas que a constituem, nossa sociedade, é formada não só por diferentes etnias, como por imigrantes de diferentes países, exemplo, orientais, italianos, além disso, as migrações colocam em contato grupos diferenciados. A sociedade brasielira por ter grupos diferenciados no plano social e cultural muitas vezes é marcada pelo preconceito e pela discriminação. Para a escola o desafio é investir na superação da discriminação e proporcionar à criança  a riqueza representada pela diversidade étnico-cultural que compõe o patrimônio sociocultural brasileiro, valorizando a trajetória particular dos grupos que compõem a sociedade.  Mudar essa situação e auxiliar para que não aconteça na construção da auto-imagem das crianças em nosso país, onde o negro se sinta submisso e o branco, superior, acontecerá em casa, com pais conscientes e principalmente nas escolas, através de iniciativas criativas desenvolvidas, buscará combater essa triste realidade, ensinando aos pequenos a terem consciência de uma igualdade Racial, objetivando a promoção da pluralidade cultural e  assim acabar com o racismo.

Observando e compreendendo a socialização das crianças no jardim de infância no que diz respeito a diferentes tipos de etnias e culturas, implicará uma reflexão encima das alternativas disponiveis atualmente sobre esses temas na alfabetização e letramento.

ROSEMBERG informa que analisar o como se ensina a relação com o outro está muito ligado com o diagnóstico das boas práticas, mas também dos eventuais efeitos perversos. Respeitar à diversidade é um direito de todos os alunos junto com um desenvolvimento de uma socialização sem discriminação, pois as diferenças não são impedimento para o cumprimento da ação de educar, sendo, no entanto, fator de enriquecimento pedagógico.

Comentários sobre a obra:  Utilizar de materiais onde mostre e enfatize as diferenças culturais através de uma utilização de imagens estereotipadas, mostrará aquilo que os cientistas sociais têm recentemente vindo a chamar de diferencialismo e com isso mostrará a criança nesse processo histórico uma das piores formas de racismo.

Criar condições onde se tenha e seja desenvolvido respeito pela diversidade, e trabalhar rotineiramente e não apenas em datas comemorativas a questão do preconceito, faz com que a criança valorize as diferenças, e isso é uma das responsabilidades das escolas em toda educação básica, isso pode ser feito ao incluir na atividade permanente de leitura das crianças, histórias vividas por representantes dos váriados grupos étnicos desempenhando os mais diversos papéis, pois na literatura, os papéis reservados aos negros sempre foram de personagens explorados, escravizados, pobres, marginalizados,  empregadas domésticas e meninos de rua. A valorização da diversidade é dificuldada, pois mostra uma ausência de negros no papel de heróis e princesas, e é de grande importância para uma criança negra, ter referencias positivas da auto-imagem, e para as demais crianças também é positivo, pois possibilita a construção de uma imagem mais plural da sociedade.

É importante desenvolver esse trabalho na creche, pois quanto mais cedo, se começar a conscientizar as crianças na conscientização da quebra de barreiras do preconceito racial e mostrá-las que todas as pessoas são diferentes umas das outras, tanto em cor, gosto, cultura, mas cedo elas poderão se livrar do estigma da diferença racial que continua presente em nossa sociedade. Fazer as crianças reconhecerem essas diferenças, os professores, os pais, estará de certa forma, estimulando-as a conviver e a aceitar essas características como sendo únicas e particulares de cada indivíduo, livrando- as das marcas de segregação racial e étnica.

Localização da Obra: Disponível em: . Acessado em: 17-10-2013.
FACULDADE SUMARÉ

Claudia Fernanda de Mello   

Filosofia


            Pedagogia Progressista

            A pedagogia progressista parte de uma análise da realidade social de forma crítica, tendo como finalidades a transformação sociopolítica da educação. Conflitante com a o sistema essa pedagogia não tem como regulamentar-se em uma sociedade capitalista, dessa forma torna-se objeto de luta dos educandos juntamente com outras práticas sociais.

Manifesta-se em três tendências:

         Tendência progressista libertadora: também conhecida como pedagogia de Paulo Freire.
         Tendência progressista  libertária: ligada diretamente aos defensores da autogestão pedagógica.
         Tendência progressista  crítico-social dos conteúdos: que prioriza os conteúdos na confrontação com as realidades sociais de maneira diferenciada das pedagogias anteriores.


Tendência progressista libertária

Principios Gerais:
Anarquista: usencia de governo;
Autogestão: o governo em sí, a pessoa mandar em sí mesmo e assim viver em paz;
Liberdade total: alguns pensam que é confusão, pois tem medo da liberdade.
Autonomia.

Pensamento em preparar os alunos a viverem em uma sociedade totalmente livre.

            Na tendência libertária, o princípio fundamental é iniciar mudanças institucionais, tendo como população alvo os níveis mais empobrecidos que irão se expandindo até atingir dado o sistema exercendo assim uma transformação na personalidade do aluno.

            A pedagogia libertária tem um sentido expressamente político quando coloca o sujeito como produto do meio social e que a aquisição do conhecimento individualizado só ocorre na coletividade, tendo como idéia principal e mais conhecida entre nós a “pedagogia institucional”, objetivando a resistência contra o sistema burocrático que atua na ação de dominação do Estado, retirando a autonomia do processo educacional como um todo.

            O conhecimento sistemático não é de grande importância para esta pedagogia, já que a matéria é apresentada para o aluno, porém não lhe é exigida. O que realmente importa são as experiências vividas pelo grupo social principalmente ocorrida de forma crítica, esse sim é o verdadeiro conhecimento, é ele que proporciona respostas necessárias e condizentes às exigências sociais Está inserida na pedagogia libertária quase todas as pedagogias antiautoritárias em educação, onde se encontram a anarquista, psicanalítica, dos sociólogos e dos professores progressistas.

            Nesta tendência, há uma transformação da personalidade num sentido libertário, as matérias das disciplinas são apresentadas porém não exigidas, a aprendizagem se dá de maneira informal através de grupos de estudo. O professor é um orientador no processo ensino/aprendizagem o aluno tem liberdade de criação, não há imposição.

Papel da escola: Exercer modificação na personalidade do aluno para promover a autogestão;
Ensinar a se virar sozinho;
Aprender a conviver numa sociedade onde não há lider.
            A pedagogia libertária espera que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos num sentido libertário e autogestionário. A idéia básica é introduzir modificações institucionais, a partir dos níveis subalternos que, em seguida, vão contaminando todo o sistema. A escola instituirá, com base na participação grupal, mecanismos institucionais de mudança (assembléias, conselhos, eleições, reuniões, associações, etc.), de tal forma que o aluno, uma vez atuando nas instituições “externas”, leve para lá tudo o que aprendeu. Outra forma de atuação de pedagogia libertária, correlata à primeira, é – aproveitando a margem de liberdade do sistema – criar grupos de pessoas com princípios educativos autogestionários (associação, grupos informais, escolas autogestionárias). Há, portanto, um sentido expressamente político, à medida que se afirma o indivíduo como produto do social e que o desenvolvimento individual somente se realiza no coletivo. A autogestão é, assim, o conteúdo e o método; resume tanto o objetivo pedagógico quanto o político. A pedagogia libertária, na sua modalidade mais conhecida entre nós, a pedagogia institucional, pretende ser uma forma de resistência contra a burocracia como instrumento da ação dominadora do Estado, que tudo controla (professores, programas, provas,etc.), retirando a autonomia.


Conteúdos de ensino: Aprenderá o que quiser;
É disponível, mas não obrigatório;
Dar o conteúdo ao aluno caso ele queira aprender;
Interesse e necessidade do aluno, especialmente sua própria realidade, o que esta ao seu redor.
            As matéria são colocadas à disposição do aluno, mas não são exigidas. São uns instrumentos a mais, porque importante é o conhecimento que resulta das experiências vividas pelo grupo, especialmente a vivência de mecanismo de participação crítica.           Conhecimento aqui não é a investigação cognitiva do real, para extrair dele um sistema de representações mentais, mas a descoberta de respostas às necessidades e às exigências da vida social. Assim, os conteúdos propriamente ditos são os que resultam de necessidades e interesses manifestos pelo grupo e que não são, necessária nem indispensavelmente, as matérias de estudo.

Método de ensino: O aprendizado será em grupo, aprendem entre o grupo (alunos), eles que vão elaborar e escolher o que aprendem.
            É na vivência grupal, na forma de autogestão, que os alunos buscarão encontrar as bases mais satisfatórias de sua própria “instituição”, graças à sua própria iniciativa e sem qualquer forma de poder. Trata-se de “colocar nas mãos dos alunos tudo o que for possível: o conjunto da vida, as atividades e a organização do trabalho no interior da escola (menos a elaboração dos programas e a decisão dos exames que não dependem nem dos docentes, nem dos alunos)”. Os alunos têm liberdade de trabalhar ou não, ficando o interesse pedagógico na dependência de suas necessidades ou das do grupo.

            O progresso da autônima, excluída qualquer direção de fora do grupo, se dá num crescendo: primeiramente a oportunidade de contatos, aberturas, relações informais entre os alunos. Em seguida, o grupo começa a se organizar, de modo que todos possam participar de discussões, cooperativas, assembléias, isto é, diversas formas de participação e expressão pela palavra; quem quiser fazer outra coisa, ou entra em acordo com o grupo, ou se retira. No terceiro momento, o grupo se organiza de forma mais efetiva e, finalmente, no quarto momento, parte para a execução do trabalho.

Relação professor-aluno: Não diretiva, o aluno faz o que quer;
O professor também faz o que quer;
O professor não é obrigado a dar respostas, seu silêncio pode influenciar o grupo a buscar resposta.
            A pedagogia institucional visa “em primeiro lugar, transformar a relação professor-aluno no sentido da não-diretividade, isto é, considerar desde o início a ineficácia e a nocividade de todos os métodos à base de obrigações e ameaças”. Embora professor e aluno sejam desiguais e diferentes, nada impede que o professor se ponha a serviço do aluno, sem impor suas concepções e idéias, sem transformar o aluno em “objeto”. O professor é um orientador e um catalizador, ele se mistura ao grupo para uma reflexão em comum.

            Se os alunos são livres frente ao professor, também este o é em relação aos alunos (ele pode, por exemplo, recusar-se a responder uma pergunta, permanecendo em silêncio). Entretanto,essa liberdade de decisão tem um sentido bastante claro; se um aluno resolve não participar, o faz porque não se sente integrado, mas o grupo tem responsabilidade sobre este fato e vai se colocar a questão; quando o professor se cala diante de uma pergunta, seu silêncio tem um significado educativo que pode, por exemplo, ser uma ajuda para que o grupo assuma a resposta ou a situação criada.
No mais, ao professor cabe a função de “aconselheiro” e, outras vezes, de instrutor-monitor à disposição do grupo. Em nenhum momento esses papéis do professor se confundem com o de “modelo”, pois a pedagogia libertária recusa qualquer forma de poder ou autoridade.


Pressupostos de aprendizagem: Não formal;
Em grupo, uso prático do conhecimento;
Não tem avaliação.
            As formas burocráticas das instituições existentes, por seu traço de impessoalidade, comprometem o crescimento pessoal. A ênfase na aprendizagem informal, via grupo, e a negação de toa forma de repressão visam favorecer o desenvolvimento de pessoas mais livres. A motivação está, portanto, no interesse em crescer dentro da vivência grupal, pois supõe-se que o grupo devolva a cada um de seus membros a satisfação de usas aspirações e necessidades.
            Somente o vivido, o experimentado é incorporado e utilizável em situações novas. Assim, o critério de relevância do saber sistematizado é seu possível uso prático. Por isso mesmo, não faz sentido qualquer tentativa de avaliação da aprendizagem, ao menos em termos de conteúdo.

Manifestação: Principal é Francisco Ferrer. Forte influencia ás escolas anarquistas do começo do século XX em São Paulo.
            E também Mauricio Tragtenberg: Acabar com a escola pública, só servem para manter o poder. Forte crítica as universidades, escolas.

Outras tendências pedagógicas correlatas: A pedagogia libertária abrange quase todas as tendências autiautoritárias em educação, entre elas, a anarquista, a psicanalista, a dos sociólogos, e também a dos professores progressistas. Embora Neill e Rogers não possam ser considerados progressistas (conforme entendemos aqui), não deixam da influenciar alguns libertários, como Lobrot. Entre os estrangeiros devemos citar Vasquez e Oury entre os mais recentes, Ferrer y Guardiã entre os mais antigos. Particularmente significativo é o trabalho de C. Freinet, que tem sido muito estudado entre nós, existindo inclusive algumas escolas aplicando seu método.

A escola progressista libertária nega qualquer forma de repressão e valoriza a produção do aluno, considera relevante o aprendizado que terá um uso prático. Consideramos essas características, fundamentais para qualquer método ou sistema de ensino.

Entre os estudiosos e divulgadores da tendência libertária pode-se citar Maurício Tragtenberg, apesar da tônica de seus trabalhos não ser propriamente pedagógica, mas de crítica das instituições em favor de um projeto autogestionário.


Conclusão

            Aqui brevemente foram delineadas a história, as características e a proposta da tendência pedagógica libertária.

            Muito mais poderia ser aprofundado para que a compreensão pedagógica não seja limita por preconceitos como, por exemplo, acerca da anarquia e do movimento operário. Também há possibilidades de aprofundamento em relação às diferenças entre o Brasil e a Europa na percepção e na prática das propostas libertárias.

            Outro desafio que permanece seria de como conceber os princípios autogestionários. Afinal, como se afirma no pensamento libertário, a transformação precisa ser desejada. Como fomentar esse desejo, se, muitas vezes, a pessoa explorada apenas sonha em inverter a lógica, tornando-se exploradora? Como romper com as estruturas institucionais burocráticas? Como romper com o capitalismo? Existe, na  tendência pedagógica libertária, um autêntico desejo por mudanças. Assim, a tendência libertária é uma proposta que não é omissa e nem neutra. Talvez, a sociedade atual não possua um objetivo coletivo, algo fundamental a uma Pedagogia que se considere libertária.

            A educação formal é considerada nesta tendência um instrumento homogenizador e impessoal, que compromete o crescimento dos educandos enquanto seres sociais. Por isso é viabilizado a aprendizagem informal via grupo, é dentro desta vivência que cada um dos membros do grupo irão suprir seus anseios e necessidades imediatas. Então é considerado como um ato de educar somente as experiências vivenciadas e sentidas, em que procura-se estabelecer o quanto possível um critério de relevância entre o saber sistematizado e seu uso prático. Por isso mesmo, não faz sentido qualquer tentativa de avaliação da aprendizagem, ao menos em termos de conteúdo.


            As tendências libertadora e libertária tem alguns pontos em comum, visto que, ambas valorizam a experiências e perspectivas dos alunos frente a realidade política e social, dando mais valor ao processo de ensino-aprendizagem via grupo (discussões, assembleias, votações) do que aos conteúdos propriamente ditos.

Filosofia

Facudade Sumaré

Claudia Fernanda de Mello  
Turma B2NM



Compare as duas tendências liberais renovadas. Diferenças e semelhanças.

Tendência Liberal Renovada Progressista.

Tendência Liberal Renovada Progressista, surge no final do século XIX, em meados de 1920, como contraposição à Pedagogia Tradicional. Várias correntes e variantes podem ser associadas à Pedagogia Renovada (Escola Nova), todas elas incluindo elementos de uma pedagogia ativa. Entre as várias correntes destaca-se a linha progressivista, baseada na teoria de John Dewey (1859-1952): Aprendizado através da pesquisa individual. Homem e mundo: O produto é a interação entre eles. Seus precursores além de John Dewey, também  foram Maria Montessori, Ovide Decroly e no Brasil, Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo.

Esta tendência surge no Brasil na década de trinta para o ensino de Educação Infantil e atualmente ainda influencia muitas práticas pedagógicas.

O papel da escola nesta tendência é o de ordenar as necessidades individuais do meio social. Com esta adequação as experiências devem satisfazer aos interesses do aluno e as exigências sociais, facilitando a  interação entre estruturas cognitivas do indivíduo e estruturas do ambientais.

Os conteúdos são elaborados em função de experiência que os educandos vivenciam frente aos desafios e problemáticas de seu dia-a-dia, pois o conhecimento acontece da ação a partir dos interesses e necessidades de cada um deles.

O método parte do princípio de “aprender fazendo”. Importância na preparação do ambiente e no brincar. A escola não somente sala de aula, ela  é um ambiente cultural e também de lazer, sem isso não se aprende. São valorizadas a solução de problemas, as pesquisas, o estudo dos meios naturais e sociais, as descobertas,bem como as tentativas experimentais. Portanto, é considerado  ativo sendo também desafiante. O trabalho em grupo é uma necessidade primordial para o desenvolvimento mental do educando.

Para Piaget é uma tomada de consciência a aprendizagem por meio da descoberta, é uma autoaprendizagem, o ambiente torna-se um meio estimulador para compor a estrutura cognitiva a ser empregada em novas situações de aprendizagem.

Função educativa da experiência cujo centro é o aluno.
Os cinco pontos que caracterizam essa escola são:

Papel da escola: A escola deve adequar às necessidades individuais ao meio social. Todo indivíduo tem caracteristicas próprias e deve-se trabalha-las para potencializar e adequar o que é bom, para que isso seja útil o melhor possível em sua vida social (sociedade).

Conteúdos: Os conteúdos são elaborados a partir das experiências vividas pelos alunos frente às situações problemas. A partir da vivência, os processos mentais são mais importantes que os conteúdos. Importância no processo de pensamento. Aprender a aprender. O próprio indivíduo pode procurar os próprios conteúdos. A avaliação se dá pelo esforço que a criança faz para o seu desenvolvimento. Atenção ao método no combate ao diretivismo, à qualidade e não a quantidade, ao processo e não ao produto. Parâmetro na teoria piagetiana, múltiplos critérios.

Metodos: Por meio de experiências, pesquisas e método de solução de problemas. Estimular a tentativa a partir de uma situação problema. Exemplo: Fazer perguntas e estimular respostas.

Professor x Aluno: O professor é auxiliador (ajudador)  no desenvolvimento livre da criança. A criança aprende por conta própria e o professor fornece as ferramentas necessárias para esse aprendizado.

Aprendizagem: Baseia-se na motivação e na estimulação de problemas. Aprender fazendo. Autoaprendizagem, ou seja, a pópria criança aprende por sí só. A avaliação do processo se dá, continuamente e não por uma data pré determinada, é fluida e tenta ser eficaz à medida que os esforços e os êxitos são prontas e explicitamente reconhecidos pelo professor.

Manifestações: sua aplicação é reduzidíssima, não somente por falta de condições objetivas como também porque se choca com uma prática pedagógica basicamente tradicional. Alguns métodos são adotados em escolas particulares, como o método Montessori, o método dos centros de interesse de Decroly, o método de projetos de Dewey. O ensino baseado na psicologia genética de Piaget tem larga aceitação na educação pré-escolar. Pertencem, também, à tendência progressivista muitas das escolas denominadas "experimentais", as "escolas comunitárias" e mais remotamente (década de 60) a "escola secundária moderna", na versão difundida por Lauro de Oliveira Lima. É uma tendência bem reduzida devido a dificuldade da infraestrutura da escola, todos os professores, coordenadores e diretor(a) tem que aderir a ideia dessa tendência. Montessori, Decroly, Dewey, Piaget, Lauro de Oliveira Lima.


Tendência Liberal Renova-da não-diretiva (Escola Nova)

Carl Rogers (1902-1987), fundador da terapia não-diretiva, a tarefa de professor é liberar o caminho para que o estudante aprenda o que quiser. O pilar da terapia rogeriana são os "grupos de encontro", em que vários clientes interagem. Rogers foi um dos primeiros a gravar e filmar as sessões de terapia com a finalidade de aperfeiçoar sua prática e observar o processo de mudança de seus clientes.

A terapia rogeriana se define como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo. Nesse processo de gravação ele descobre que as mudanças ocorrem quando há interesse do paciente e não por causa da habilidade do terapeuta, esse não tem capacidade de influenciar quase nada em ninguém.

Diante dessa descoberta, propõe um novo tipo de terapia, a que é centrada na pessoa, tendo como caracteristica a empatia e a confiança.

A corrente de Rogers ficou conhecida como humanista, por se mostrar um homem que não tem todas as respostas, mas que  com o discurso poderá ajudar seus pacientes, se diferenciando da teoria  freudiana (que propõe uma postura de distanciamento do paciente) e baseando sua corrente numa visão otimista do homem.

O ensino tem como finalidade criar mecanismos para que o aluno procure chegar ao conhecimento por si próprio.

O professor exerce o papel de “facilitador” aceitando a pessoa do aluno, está confiável, receptivo e convicto na capacidade do auto-desenvolvimento do educando.

O seu trabalho é proporcionar ao estudante a organização, através de técnicas de sensibilização para que os sentimentos de cada um sejam explicitados, sem obrigação. O professor torna-se um especialista em relações humanas,ao garantir um clima de relacionamento pessoal e autêntico.

Os cinco pontos que caracterizam essa escola são:

Papel da escola: Formação de atitudes, razão pela qual se dá na preocupação com os problemas psicológicos do que com os pedagógicos ou sociais. Formar o indivíduo para que seja psicologicamente saudável. Rogers considera que o ensino é uma atividade excessivamente valorizada; para ele os procedimentos didáticos, a competência na matéria, as aulas, livros, tudo tem muito pouca importância, face ao propósito de favorecer à pessoa um clima de autodesenvolvimento e realização pessoal, o que implica estar bem consigo próprio e com seus semelhantes. O resultado de uma boa educação é muito semelhante ao de uma boa terapia.

Conteúdos: A busca dos conhecimentos dá-se pelos próprios alunos. Os processos de ensino visam mais facilitar aos estudantes os meios para buscarem por si mesmos os conhecimentos que, no entanto, são dispensáveis.

Métodos: Baseia-se na facilitação da aprendizagem. Os métodos usuais são dispensados, prevalecendo quase que exclusivamente o esforço do professor em desenvolver um estilo próprio para facilitar a aprendizagem dos alunos. Rogers explicita algumas das características do professor facilitador: aceitação da pessoa do aluno, capacidade de ser confiável, receptivo e ter plena convicção na capacidade de autodesenvolvimento do estudante. Sua função restringe-se a ajudar o aluno a se organizar, utilizando técnicas de sensibilização onde os sentimentos de cada um possam ser expostos, sem ameaças. Assim, o objetivo do trabalho escolar se esgota nos processos de melhor relacionamento interpessoal, como condição para o crescimento pessoal.

Professor x Aluno:Educação centralizada no aluno e o professor é quem garantirá um relacionamento de respeito. O professor é um especialista em relações humanas, ao garantir o clima de relacionamento pessoal e autêntico. Ausentar-se é a melhor forma de respeito e aceitação plena do aluno. Toda intervenção é ameaçadora, inibidora da aprendizagem.

Aprendizagem:Aprender é modificar as percepções da realidade. Aprender a aprender.

Manifestações:  As ideias de Carl Rogers, influenciam um número expressivo de educadores e professores, principalmente orientadores educacionais e psicólogos escolares que se dedicam ao aconselhamento. Menos recentemente, podem-se citar também tendências inspiradas na escola de Summer hill do educador inglês A.S. Neill.

Alunos rejeitados por outras escolas, acabavam indo para essa escola, na qual era um tipo de semi internado, não havia hierarquia, todos tomavam as decisões juntos, em comum acordo. A ideia dessa escola é a de dar mais liberdade para a criança, tem o foco no relacionamento interpessoal. A criança acaba desenvolvendo aquilo que ela quer desenvolver. Exemplo dessa escola é a “ESCOLA DA PONTE”.

Uma crítica que se costuma fazer à influência de Rogers na educação é que suas idéias incentivam uma liberdade sem limites, permitindo que os alunos façam o que querem, levando à indisciplina e ao individualismo. Outra objeção comum, desta vez no campo teórico, é que Rogers via os seres humanos com excessiva complacência, sem levar em consideração possíveis impulsos inatos para a agressividade, a competição ou a autodestruição.


Referências bibliográficas

Site Canto libertário. Tendência Pedagógica. Disponível em: . Acessado em 27-10-2013.

 


LUCKESI, Cipriano. Tendências pedagógicas na prática escolar. Disponívem em: Acessado em: 27-10-2013.

O segredo do casamento

O Segredo do Casamento
Meus amigos separados não cansam de me
perguntar como eu consegui ficar casado trinta anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.
Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas, dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue.
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade, já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que me casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua de mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é sua esposa que está ficando chata e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento", nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensando fazer no início do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par. Tenho certeza de que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)
Editora Abril, Revista Veja, edição 1922, ano 38, nº 37, 14 de setembro de 2005, página 24
Atividade:
Analisar os Fatores de Textualidade dos textos lidos (fatores interno e externos ao texto.

1)    O texto apresenta coesão e coerência? Explique por que.
2)    Qual a intenção do autor, ao elaborar este texto?
3)    Houve aceitação por parte do receptor?
4)    Em que situação o texto foi elaborado?

5)    Quais as informações velhas e informações novas no texto?

Poder da Validação

O Poder da Validação
Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Stephen Kanitz. Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22
Faculdade Sumare: TURMA B-NM
Claudia Fernanda de Mello
          

Atividade
Analisar os Fatores de Textualidade do textos lido (fatores interno e externos ao texto “A Escolha de seu par”).

1)    O texto apresenta coesão e coerência? Explique por que.
            Resp. Sim, o texto foi bem elaborado, pois produz sentido.

2)    Qual a intenção do autor, ao elaborar este texto?
            Resp. Resgatar a intenção da conquista que a dança proporcionava, pois diferente de hoje, as pessoas antigamente, iam a clubes e conseguiam conhecer pessoas novas e interessantes, a dança também ajudava, pela forma, postura e comportamento dos homens que dançavam, se seriam ou não bons maridos.

3)    Houve aceitação por parte do receptor?
            Resp. Sim, pois as pessoas que dançavam dança de salão, as mulheres era mais valorizadas pelos seus parceiros.

4)    Em que situação o texto foi elaborado?
            Resp. Numa época em que as pessoas estão indo à clubes e deixam de conhecer pessoas interessantes devido ao alto som de músicas sem qualidades, onde as danças estão desvalorizando cada vez mais as mulheres.

5)    Quais as informações velhas e informações novas no texto?
            Resp. Informações velhas: dança de salão era valorizada; mais oportunidades de conhecer pessoas interessantes; a dança de salão ajudava as mulheres a encontrar um bom marido; a postura e o compatamento do homem com a mulher ao dançar, mostrava se seriam ou não um bom marido.

            Informações Novas: resgatar valores antigos que se perderam com o tempocom a dança de salão, ou outras danças dançadas em dupla; regastar com a dança a volorização que tinham as mulheres; a voltar conhecer pessoas interessantes e deixar de conhecer pessoas sem afinidades nenhuma.
Instituto Sumaré de Educação Superior

Claudia Fernanda de Mello  
Turma B1-NM

A importância da escola e do professor na sociedade.

A escola é uma instituição de ensino, obrigatória e de direito de todos, onde prepara alunos em seus primeiros anos de vida até a sua total formação, nela é que as crianças irão receber sua primeira educação formal, que contribuirá para a formação profissional e para o sucesso no futuro, onde os  jovens são orientados a buscarem melhores condições de vida, sem crimes, violência, comportamentos e atitudes muitas vezes injustas, é a importante para a formação do indivíduo e para a formação profissional.

A importância da escola para a formação do indivíduo exerce um papel muito importante na vida das crianças e adolescentes, pois irão aprenderão diversos tipos de aprendizagens que não estão previstos no currículo de ensino são experimentados por elas durante sua vida escolar, sendo uma grande experiência de socialização e o convívio com pessoas de todos os tipos e de todas culturas, é nesse espaço escolar que vão começar a ter outros tipos de relações fora do ambiente familiar, começarão a questionar valores e esboçar seu projeto de vida, na escola também as crianças e adolescentes terão a oportunidade de conviverem com outros adultos, sem ser os seus pais, e se identificar com outros modelos de referência, sendo uma grande repercussão na consolidação de sua autoestima e personalidade.

A escola também é importante na formação profissional, pois as empresas buscam a cada dia mais por jovens com boa qualificação educacional, ou seja, os que concluiram no mínimo o ensimo médio e melhor ainda os que optarem por cursos técnicos ou equivalentes têm mais chances de ingressar no mercado de trabalho, concluindo quee hoje há mais exigência em relação aos estudos, por isso terminar a escola é o primeiro passo para um caminho de sucesso e um futuro profissional, e só consiguirá chegar a esse ponto com muita força de vontade e também de orientações e ensinamentos de professores.

O papel e a participação do professor nas escolas já não é há mesma do passado, onde  ele detinha todo conhecimento e depositava nos seus alunos aquilo que havia estudado, ou seja, esse estudo era normalmente lido e repassado para eles sem reflexão ou visão crítica dos conteúdos. Nos dias de hoje, busca-se e deve-se ensinar nossos alunos a pensarem, a questionarem e a aprenderem a ler a nossa realidade, para que possam construir próprias opiniões. O professor é aquele que vai passar confiança e motivar a  investigação dos alunos, tendo a função de orientar e colocar questões para que os mesmos progridam, também dará suporte e auxiliará com o fornecimento de fontes e informações, ajudando com desafios para que esses alunos percebam as diferentes perspectivas possíveis de problemas a serem resolvidos.

O professor que gosta e acredita naquilo que faz, através de seus atos e ações, servirá de modelo para seus alunos; se ele ensina a refletir ele deve refletir, se ele ensina a respeitar o próximo, ele deve respeitar seus alunos e assim por diante, somente assim ele consiguirá mudar a vida de nossas crianças, se identificando com seus alunos e   transmitindo confiança naquilo que está ensinando,e tendo consciência que em há na sua frente existem seres humanos que estão sendo moldados por ele, tornando suas principais  missões, a de levar conhecimentos, dirigir as inteligências jovens e preparar os cidadãos conscientes e para a formação desse cidadão consciente significa saber como é, como se define e funciona o mundo, de modo a reconhecer cada lugar do país no conjunto do planeta como também a de cada pessoa no conjunto da sociedade humana, capazes de atuar no presente e de ajudar a construir o futuro.

Professor e aluno dependem um do outro e assim ambos crescem e caminham juntos, é nessa relação madura onde o professor deve ensinar que a aprendizagem não ocorre somente em sala de aula. Se estivermos atentos aprendemos a todo momento e não só na escola com o professor e assim o aluno irá desenvolver um espírito pesquisador e interessado pelas coisas que existem; ele desenvolverá uma necessidade por aprender, tornando-se um ser questionador e crítico da realidade que o circunda. Como diz o filósofo: O verdadeiro objetivo da Educação não é meramente prover informação, mas o estímulo de uma consciência interna.


Finalizando é fundamental entendermos que o professor é aquele que vai transformar o conhecimento em algo vivo, que diga respeito à vida da sociedade concreta, inclusa ao mundo do trabalho e a prática social de maneira igual e pluralista de idéias e de concepções pedagógicas e com respeito à liberdade, com tolerância e qualidade, tornando-se o grande agente do processo educacional, sendo a alma de qualquer instituição de ensino, fazendo com que seu trabalho reverte para o bem de toda a sociedade.